- ”Eu acreditei muito nas pessoas, na verdade desde que conquistei liberdade moral e mental vim acreditando e insistindo nas pessoas, desde que comecei a resolver meus próprios problemas e que tomei as rédias da minha vida lutei por todos aqueles que eu queria que permanecessem na minha vida, é claro do meu jeito mulher-menina de ser, de insistir, repetir, transcender. Mas a gente cresce, o mundo gira devagar, mas gira.. e parece que não me encontro mais, não me acho mais, e como frear esse jeito de querer resolver o problema do mundo, esse jeito mulher tão menina, essa marra que é apenas personalidade e medos momentâneos que insistem em me tirar do eixo, essas dúvidas que me corroem pouco a pouco, e como? como frear as pessoas, mostrar que sou diferente, como sou, do que gosto que é tão pouco e para que vim a esse mundo. Será que alguém me entende? Ou será que por favor alguém pode ao menos tentar falar a mesma língua que eu?”
- Nathália Terra